
A candidatura do movimento cívico apresenta-se ainda a favor de um “urbanismo equilibrado”, pondo totalmente de parte aquilo que apelidam de “indiscriminado crescimento em altura”. A candidatura de Vitorino mostra-se também a favor da manutenção do Campus da UALG na Penha e da construção de um parque de estacionamento fora da Ilha de Faro, projecto ao qual propõem a adição de uma nova travessia composta por duas faixas e mais alta, de modo a permitir a circulação de barcos.
o político pretende dedicar-se a fundo na resolução dos problemas criados pelas dificuldades em definir as fronteiras territoriais entre Faro e Loulé. O segundo eixo diz respeito à organização dos serviços e política de pessoal na Câmara e nas empresas municipais, para “garantir produtividade e um bom serviço prestado aos utentes”, enquanto que o terceiro eixo definido pelo CFC assenta nos jovens. “Queremos uma juventude educada, responsável, mas contestatária”, defendeu Vitorino.
Falando sobre a questão recente sobre possibilidade de expansão do número de lugares do Estádio Algarve com vista à organização portuguesa do Mundial de Futebol 2018, Vitorino recusou liminarmente tal situação: “se for só para Faro e Loulé pagarem a intervenção no estádio, a nossa resposta é um rotundo e absoluto não.” “Só estaremos abertos a tal coisa caso exista repartição de custos das obras necessárias.” “É imoral que seja só Faro a pagar. Se é para todos usarem, que paguem todos”, argumentou o candidato.
Fonte: Região Sul
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