segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Trio Eléctrico- Carnaval Nocturno
A ver vamos se o tempo ajuda e não chove
Divirtam-se
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Jogos de futebol dos clubes do concelho
3ª Divisão Série F- Jornada 18 (14-2-2010)
(12ª)
U. Montemor 1-1 Farense
(3ª) (Estádio 1º de Maio- 15h) Montemor-o-Novo1ª Divisão Distrital- Jornada 18 (13-2-2010)
(5ª)
Culatrense 2-1 Sambrazense
(14ª) (Complexo Desportivo da Penha- 15h) Faro2ª Divisão Distrital- Jornada 18 (13-2-2010)
(3ª)
Aljezurense 1-0 11 Esperanças
(4ª) (Campo Municipal de Aljezur- 15h) Aljezur(1ª)
Santaluziense 4-1 Faro e Benfica
(5ª) (Campo Santaluziense- 15h) SantaluziaFUTSAL
3ª Divisão Série D- Jornada 17 (13-2-2010)
(9ª)
Sonâmbulos 1-2 Acad. Algarve
(4ª) (Pavilhão Municipal da Luz de Tavira- 17h) Luz de Tavira1ª Divisão Distrital- Jornada 14 (13-2-2010)
(4ª)
Sapalense 2-0 S. Pedro
(3ª) (Pavilhão Municipal VRSA- 17h30) Vila Real de Santo António(8ª)
Atalaia 1-5 Sto. Estêvão
(2ª) (Pavilhão Municipal Afonso III- 19h) Faro2ª Divisão Distrital- Jornada 12 (13-2-2010)
(9ª)
Bonjoanenses 2-3 Silves
(1ª) (Pavilhão Municipal Afonso III- 17h) Faro
Faro recebe hoje 2ª eliminatória do Campeonato Internacional de Kizomba

Assim, os premiados receberão uma estadia de uma semana em regime de pensão completa no Hotel do Grupo Pestana em S. Tomé e Principe, uma estadia de uma semana em regime de pensão completa no Hotel Odjo d’Água em Cabo Verde e pares de sapatos de dança da Portdance.
Para além da competição está também prevista a presença do DJ Yellow, actuações da Academia de Salsa do Algarve, Free Dance Academy, e animação com os mestres do ÁfricAdançar, Petchú e Zé Barbosa.
Fonte: Região Sul
Desfile de Carnaval com animais de espécie equídea
14 de Fevereiro
Desfile composto por um ga
Partida- 15:00- Sede da Associação (Rua da Universidade em Gambelas)- Rua Gomes Guerreiro- Rua dos Malmequeres- Rua das Violetas- Rua das Margaridas- Rua Abel Viana- Rotunda aérea à E.N. 125/10- Rua Júlio Dinis- Largo do Povo
Chegada- Rua António Aleixo- Rua Matias F. Oliva- Rua Carlos Paião- Rua Júlio Dinis- Rotunda aérea à E.N. 125/10- Rua Abel Viana- Rua da Universidade- Rua do Hospital Particular do Algarve- Sede da Associação Hípica (fim do percurso).
Locais de realojamento conhecidos até ao verão
Os moradores estão revoltados por não saberem qual será o seu destino após as demolições, mas Valentina Calixto, presidente da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, garantiu que antes do verão haverá "dados concretos quanto às soluções encontradas para as ilhas", frisando que estas podem ainda não ser as "definitivas".
No caso da Praia de Faro, onde é certa a remoção das casas que ocupam os extremos Poente e Nascente, as pessoas que ali tenham primeira e única habitação e que se dediquem à pesca deverão ser realojadas preferencialmente na própria ilha, frisou aquela responsável.
Quanto aos moradores que comprovem ali ter primeira e única habitação, mas que se dediquem a outra actividade profissional, a hipótese poderá passar por realojá-las fora da Praia de Faro. Contudo as hipóteses ainda estão a ser estudadas pela Sociedade Polis.
O prazo para os proprietários das construções abrangidas pelo programa de requalificação Polis declararem que têm habitação permanente nas ilhas-barreira termina hoje, tendo até agora sido entregues declarações por parte de cerca de 600 famílias.
Após a análise de toda a documentação, a Sociedade Polis identificará o número de realojamentos necessários e estudará as soluções possíveis, uma vez que, até agora, não existem "dados técnicos que permitam dizer onde é possível realojar as pessoas", sublinhou a presidente.
Noutras ilhas abrangidas pelo programa Polis a situação é diferente, como é o caso da Culatra, em que se prevê apenas a demolição das casas usadas para segunda habitação, estando prevista a requalificação das construções usadas como habitação permanente.
Neste caso, o realojamento de famílias será feito apenas nas situações em que as casas apresentem riscos, havendo a possibilidade de ampliar casas ou mesmo de construir "excecionalmente" novas habitações, disse Valentina Calixto.
A hipótese de construir novas casas na Ilha da Culatra aplica-se aos pescadores que ali residam há mais de 10 anos e que tenham filhos, de modo a garantir a permanência dos descendentes de segunda geração no núcleo piscatório, explicou.
Segundo aquela responsável, as verbas destinadas ao realojamento dos habitantes das ilhas-barreira que vejam as suas casas demolidas ronda os três milhões de euros, embora o valor seja apenas uma estimativa e possa ainda ser acertado.
A análise de todos os documentos que deverão ser entregues pelos proprietários das casas até hoje e a identificação das situações de realojamento vai depois permitir que a Sociedade Polis conclua os Projetos de Intervenção e Requalificação (PIR) das ilhas.
Segundo Valentina Calixto, estes projetos estão agora a ser elaborados e o processo, que está mais avançado em outras ilhas do que na Praia de Faro, deverá estar concluído ainda em setembro.
No caso da Praia de Faro, área de risco considerável e onde se registou o maior número de declarações de primeira habitação, irá ser elaborado não um PIR mas um Plano de Pormenor (PP).
Segundo Valentina Calixto, decorre agora a segunda fase de elaboração do plano, com a realização da avaliação ambiental estratégica e outras tarefas, sendo que o trabalho terá que estar concluído já com consulta pública em novembro de 2010.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Pescadores da Praia de Faro não sabem para onde irão após as demolições
"Ainda não nos disseram para que sítio vão os pescadores, parece que está em segredo, o que faz com que as pessoas fiquem ainda mais revoltadas", disse à Lusa Gilberto Silva, pescador residente na Praia de Faro e presidente da Associação Duna Mar.
O prazo para os proprietários das construções abrangidas pelo programa de requalificação Polis declararem que têm habitação permanente nas ilhas-barreira termina hoje, tendo até agora sido entregues declarações por parte de cerca de 600 famílias.
Na Praia de Faro, uma das situações em que as anunciadas demolições estão a gerar mais apreensão entre os moradores, praticamente todas as famílias já procederam à entrega dos documentos sob pena de ficarem automaticamente excluídas do processo, acrescentou Gilberto Silva.
É o caso da família Silva, que vive no lado Poente da praia, na zona que delimita os concelhos de Faro e Loulé, que diz ter entregue toda a documentação dentro do prazo estipulado, apesar de estar contra as demolições.
Ali foram identificadas no levantamento efetuado pela Sociedade Polis Litoral Ria Formosa 155 construções no lado Poente e 93 no lado Nascente, sendo que as casas situadas na zona central da praia não estão abrangidas por estarem desafetadas do Domínio Público Marítimo.
As famílias que comprovem ali viver em regime de permanência terão direito a ser realojadas, contudo, até agora, quase dois anos depois da constituição do Polis Ria Formosa, ninguém informou os pescadores para onde iriam, diz Gilberto Silva.
O pescador, que vive na Praia de Faro desde que nasceu e cuja família ali está há cinco gerações, defende que a área do Parque de Campismo da Praia de Faro - fechado ao turismo há alguns anos -, é a solução mais viável para realojar as pessoas.
"Os pescadores não podem ser desviados da zona ribeirinha, têm ali os seus barcos e as artes de pesca e não faz sentido irem para outro local", defende Gilberto Silva, que considera que devia "ir tudo abaixo".
Segundo o morador, se os pescadores não têm o direito de manter as suas casas na Praia de Faro, o mesmo devia acontecer com as residências usadas para segunda habitação, com as quais muitos proprietários fazem "negócio".
"Devia ir tudo abaixo, assim acabava-se logo com a situação de uns serem privilegiados e outros terem que sair", remata, lembrando que já se ouve falar das demolições há pelo menos vinte anos e que agora o assunto "é sério".
Fonte: Observatório do Algarve
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Peña Flamenca "El Higueral"

Sexta, 12 Fevereiro 2010 . 21:00 .
Auditório Pedro Ruivo
El Higueral é um grupo de canto e baile flamenco com um reportório que se diversifica nos bailes, alegrias e solea, assim como tangos, bulerias, cañas, malagueñas e fandangos.
O grupo é composto por três músicos, quatro cantantes e três bailarinas. Todos eles dão classes de baile ou música em peñas e academias flamencas.
Fonte: Fudação Pedro Ruivo




