quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Aeroporto de Faro pode crescer até aos 15 milhões

Maquete da nova aerogare do Aeroporto Internacional de FaroNo futuro, o Aeroporto Internacional de Faro estará preparado para receber um máximo de 15 milhões de passageiros. Obras de remodelação já estão em curso.

O Aeroporto de Faro poderá vir a receber no futuro, perto de 15 milhões de passageiros, caso seja necessário. Em curso, estão obras de ampliação da plataforma e das áreas de segurança, intervenções que permitirão aumentar em cerca de 25 por cento os movimentos de aviões, na capital algarvia.

“Estas intervenções, que já iniciámos, vão permitir passar de 22 para 30 movimentos de aeronaves por hora”, garante ao Observatório do Algarve António Correia Mendes, director do Aeroporto Internacional de Faro.

As obras já iniciadas estão a cargo das empresas Tecnovia/Açores e Alves Ribeiro, que incluem também os caminhos de circulação e a construção do sistema ILS (Instrument Landing System) na pista 10, rondam os 30 milhões de euros, e o projecto global de reestruturação do Aeroporto só ficará concluído em 2013, mas o director do Aeroporto afirma que os investimentos que estão a ser efectuados permitirão, se for necessário, aumentar para o triplo o número de passageiros a ser processado por Faro, número que actualmente ronda os 5 milhões (chegadas e partidas) por ano.

“Tudo dependerá das orientações estratégicas para a região, e actualmente o que se fala nem sequer passa muito por aí, pela quantidade, mas mais pela qualidade dos passageiros”, diz. “Mas se o futuro vier a demonstrar que é preciso, o Aeroporto estará preparado para os receber”, garante.

As obras de maior vulto, na aerogare, não vão começar já este ano, uma vez que são também as mais complexas: “À semelhança do que aconteceu na Portela, teremos que efectuar as obras com a aerogare a funcionar, o que é relativamente complexo, pelo que isso ficará para uma fase posterior”.

Entretanto, há mudanças menos perceptíveis para os passageiros que permitirão mudar radicalmente a capacidade da infraestrutura, tais como a criação de saídas rápidas nas pistas 28 e 10 (são uma e a mesma pista, mas para a aviação aérea são consideradas duas, os números dependem da orientação geográfica), o que permitirá que os aviões permaneçam menos tempo em pista, permitindo maior número de aterragens e descolagens no mesmo espaço de tempo.

Em 2010, serão lançados os concursos para os acessos ao parque de estacionamento e aerogare, logo que estejam prontos os relatórios de conformidade ambiental (RECAPE)


Fonte: Observatório do Algarve

PS propõe venda de imobiliário devoluto para financiar obras sociais

A vereação socialista da Câmara de Faro propôs à maioria do PSD/CDS-PP/MPT/PPM a venda de imobiliário devoluto na cidade para a autarquia cumprir os compromissos assumidos com Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).

A vereação socialista da Câmara de Faro propôs à maioria do PSD/CDS-PP/MPT/PPM a venda de imobiliário devoluto na cidade para a autarquia cumprir os compromissos assumidos com Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).

O objectivo é que as IPSS possam construir equipamentos sociais.

Em causa estão, segundo os vereadores do PS, 11 equipamentos sociais aprovados pelo Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES) durante a anterior gestão camarária socialista, "correspondentes a seis creches, um jardim-de-infância, um lar de idosos, dois centros de dia e um lar e residência autónoma para pessoas com paralisia cerebral".

A Câmara Municipal assumiu 35 por cento do investimento e o restante é assegurado pela Segurança Social e pelas próprias Instituições Particulares de Solidariedade Social.

"Os vereadores do Partido Socialista na Câmara de Faro propuseram à actual maioria municipal a venda de imobiliário devoluto (nomeadamente terrenos e imóveis abandonados no centro da cidade), como forma de a Câmara Municipal cumprir os compromissos financeiros assumidos com as IPSS's na execução destes equipamentos e simultaneamente, contribuir para a reabilitação de edifícios propriedade do Município que se encontram actualmente abandonados no Centro Histórico", explicou a vereação socialista.

A proposta socialista surge depois de, no passado fim-de-semana, ter sido inaugurada a segunda das seis creches previstas para a cidade de Faro.


Fonte: Observatório do Algarve

sábado, 16 de janeiro de 2010

Jogos de futebol dos clubes do concelho

FUTEBOL

3ª Divisão Série F-
Jornada 14 (17-1-2010)
(8ª)Clube Desportivo e Recreativo QuarteirenseQuarteirense 0-0 FarenseSporting Clube Farense(3ª) (Estádio Municipal de Quarteira- 15h) Quarteira

1ª Divisão Distrital- Jornada 14 (16-1-2010)
(6ª)Clube Desportivo de Odiáxere Odiáxere 1-0 CulatrenseClube União Culatrense(5ª) (Campo Eiras- 15h) Odiáxere

2ª Divisão Distrital- Jornada 14 (16-1-2010)
(3ª)Sport Faro e BenficaFaro e Benfica 3-0 Bensafrim(12ª) (Campo horta da Areia- 15h) Faro
(4ª)http://www.afalgarve.pt/clubes_bd/contacts/Logo_11Esperancas.jpg11 Esperanças 2-1 MachadosGrupo Desportivo e Cultural Machados(10ª) (Complexo Desportivo da Penha- 15) Faro


FUTSAL

3ª Divisão Série D-
Jornada 13 (16-1-2010)
(7ª)Associação Académica Universidade AlgarveAcad. Algarve 4-2 PiedenseClube Recreativo Piedense(5ª)( Pavilhão Municipal Afonso III- 19h) Faro

1ª Divisão Distrital- Jornada 10
(1ª)São Pedro Futsal Clube de FaroS. Pedro 4-1 ArmacenensesClube Futebol «Os Armacenenses»(9ª)(Pavilhão Municipal Afonso III- 21h30) Faro (15-1-2010)
(5ª)Putos da Rua Futebol ClubePutos da Rua 5-3 Atalaiahttp://www.afalgarve.pt/clubes_bd/contacts/atalaia.jpg(7ª) (Pavilhão Municipal Castro Marim- 19h) Castro Marim (16-1-2010)

2ª Divisão Distrital- Jornada 8 (16-1-2010)
(9ª)Clube de Futebol «Os Bonjoanenses» FaroBonjoanenses 0-3 GEJUPCEGil Eanes Juventude Portimonense Clube(4ª) (Pavilhão municipal Afonso III- 17h) Faro

Colectividades discutiram apoios com autarquia

Macário juntou ao final da tarde colectividades e clubes numa sala para discutir os protocolos financeiros. No início da tarde foram as IPSS e sábado de manhã serão as associações. Dinheiro fica à espera dos projectos a apresentar.

O presidente da Câmara de Faro está a rever todos os protocolos com as diversas instituições, colectividades e associações do concelho e entre hoje e amanhã está a desdobrar-se em reuniões.

No final da tarde de hoje, dezenas de responsáveis de colectividades deixaram uma reunião que durou cerca de duas horas onde foi apresentado um projecto de como os subsídios serão atribuídos a partir de 2010.

“Foi uma reunião positiva. Há protocolos diferentes, mas penso que não deixará de haver apoio ao associativismo”, avança António Barão, presidente do Farense e director do Instituto D. Francisco Gomes - Casa dos Rapazes.

Barão lembra que há verbas a pagar de 2009 [no Farense chega aos 100 mil euros], mas garante que Macário Correia, presidente da autarquia, irá assumir esse pagamento, “com maior ou menor dificuldade porque, foi-nos dito, que a situação financeira da Câmara está caótica”.

Segundo o Observatório do Algarve apurou, os clubes terão de apresentar projectos à Câmara e só após uma revisão será dado o aval, tendo em conta que os subsídios serão distribuídos consoante alguns critérios, como o tamanho da instituição ou o número de atletas. Os pagamentos deverão começar a ser feitos ainda neste semestre.

“É positivo porque todos os clubes partem de forma igual, mas vamos ver é se muitos deles têm capacidades para aguentar os próximos meses sem os apoios...”.

No que diz respeito à primeira reunião, com as IPSS (Instituições de Solidariedade Social), Barão recorda que chegaram à conclusão que, de facto, havia irregularidades na forma com a autarquia apoiava (como foi sinalizado pelo Tribunal de Contas) mas garante que Macário está “sensível a ajudar”.

“Preocupava-me o apoio à contratação dos técnicos, mas foi mostrado que querem ajudar e que não deixarão de apoiar. No entanto, ainda não está nada definido”.

Macário Correia remete todas as declarações para sábado, dia da última reunião.

Fonte: Observatorio do Algarve

PS Algarve refere que obras do Hospital Central do Algarve serão adjudicadas no 3º trimestre de 2010

As obras de construção do Hospital Central do Algarve vão ser adjudicadas durante o terceiro trimestre deste ano, declarou hoje o presidente do PS Algarve e deputado eleito pelo círculo de Faro, Miguel Freitas, após uma reunião com o Secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar.

Miguel Freitas, que esteve reunido na tarde desta sexta-feira com o referido membro do Governo, a quem solicitou esclarecimentos sobre o concurso para a construção do Hospital Central, tendo-lhe sido transmitida a garantia de que o calendário previsto para a adjudicação da obra irá ser cumprido.

“Não existe qualquer motivo de alerta pois o processo decorre normalmente no quadro previsto para a concretização do projecto”, assegurou o deputado algarvio, sublinhando o “grande empenhamento do Governo na resolução de todas as questões inerentes ao processo”, tendo avançado já a análise do comparador público e das propostas apresentadas em concurso público.

“O Hospital Central constitui um importante investimento para o Algarve, devendo a sua concretização ser encarada com todo o rigor, mas também com o carácter de urgência que o mesmo representa em matéria da melhoria da qualidade dos serviços de saúde na região”, afirmou Miguel Freitas, frisando a sua plena confiança na experiência e seriedade das empresas que participaram no concurso público para a construção do Hospital Central.

O deputado do PS realça ainda a complexidade deste tipo de processos, cujos períodos de elaboração atingem geralmente os 30 meses até à fase de adjudicação.

O concurso referente ao Hospital Central do Algarve arrancou a 5 de Maio de 2008, tendo a avaliação das propostas sido iniciada a 7 de Janeiro deste ano.

Fonte: região Sul

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Farense sem a câmara “não tem viabilidade”

O presidente do Farense, António Barão, disse ontem, quinta-feira, aos sócios do clube, reunidos em assembleia geral, que o clube actualmente vive “com zero de receitas” e que, sem o apoio da câmara, que ainda deve os subsídios de 2009, “não tem viabilidade”.

“O clube está mal financeiramente, e cada vez pior. Projectámos receitas e donativos que nos permitiram gerir o clube até Novembro e ter tudo em dia mas, neste momento, temos zero de receitas!”, afirmou o dirigente, no final da reunião magna que serviu para aprovar as contas das épocas anteriores.

Só a câmara deve mais de 100 mil euros, relativos ao protocolo conjunto de 2009 (8900 euros mensais). “As verbas não foram pagas e, sem elas, os problemas crescem. Temos sensibilizado jogadores e funcionários mas, se o presidente da câmara não for solidário com o clube, maus tempos virão”, prognosticou Barão.

As críticas não se cingem à autarquia, são também dirigidas à população. “Não queremos enganar os sócios, mas sem a ajuda da autarquia e da população não temos viabilidade. Precisamos apenas de 25 mil euros mensais para gerir o clube e já nem donativos temos.”

De acordo com António Barão, os clubes e associações do concelho de Faro vão ter esta sexta-feira uma reunião com a câmara, às 19:00 horas. “Esperamos que tudo se resolva”, disse, aos cerca de quatro dezenas de sócios que compareceram à assembleia geral.

Quanto à questão dos terrenos e da possível venda para limpar o passivo (superior a nove milhões de euros), Barão anunciou que já pediu um encontro com Macário Correia para abordar o tema.

“Quero resguardar-me quanto a essa questão, que já se arrasta há muito. No passado havia terrenos e não havia compradores, agora há compradores e não há terrenos”, comentou.

Na reunião magna – que retomou ontem depois de ter sido interrompida a 22 de Dezembro –, os sócios aprovaram por unanimidade os relatórios e contas relativos às épocas de 2007/08 e 2008/09.

Fonte: Região Sul

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nova Escola em Faro

A Câmara Municipal de Faro aprovou, em reunião realizada ontem, dia 13 de Janeiro, o lançamento de um procedimento de ajuste directo com vista a executar a empreitada de construção da Escola EB1 da Lejana – Faro.

Esta operação, para a qual foi estabelecido como parâmetro base máximo o preço de 2.650.850,14 €, terá um prazo de execução de 365 dias e dotará este novo estabelecimento de ensino de 3 salas de ensino pré-escolar, 12 salas de 1º ciclo, refeitório, biblioteca, sala de professores e um conjunto de áreas multifuncionais que contribuirão para a acentuada melhoria do espaço educativo.

Por outro lado, esta medida contribuirá decisivamente para descongestionar as demais escolas do concelho, minimizando os casos de regime duplo ainda em vigor. Regimes estes que, como se sabe, se devem há sobrelotação que se verifica em escolas do 1.º ciclo inseridas, principalmente, em zonas urbanas mais populosas, o que dificulta a organização dos tempos lectivos em horário normal, não possibilitando, igualmente, a disponibilização de espaços escolares onde possam ser desenvolvidas as actividades de enriquecimento curricular, as quais permitem consolidar o objectivo estratégico de garantir a Escola a Tempo Inteiro.

A Câmara Municipal de Faro quer ter uma rede escolar moderna, bem equipada e que responda às exigências de alunos e famílias, assinalando o seu esforço de intervir no sentido da requalificação do parque escolar do concelho e da abolição do regime duplo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

"Edwarda"

edwarda
Teatro das Figuras
14 de Janeiro de 2010 às 21:30

Direcção e trabalho de sonoplastia João Patrício
Interpretação:
João Patrício – Georges Bataille
Maria Gil – Edwarda
Luis Desirat – Bateria
Luis Vicente – Trompete
Miguel Rocha – Autor da BD – “Edwarda”, edições Polvo 1999
Francisco Oliveira - Tradutor

Um homem, 'levado por uma liberdade estonteante', vive uma experiência sexualmente mística com uma prostituta chamada Eduarda. Um texto poderoso de Bataille despertou a visão dramática de Miguel Rocha, que propõe uma leitura plástica das deambulações do narrador. Os corpos são chamados à cena, numa nudez total atrás da qual brincam às escondidas com cada uma das questões do mundo. Uma abordagem nova e multidisciplinar que junta teatro, artes plásticas, vídeo e música.

PRODUÇÃO: TMF, E.M.
APOIO: Bedeteca de Lisboa

Fonte: TMF



Prolongamento da Assembleia Geral

Novo local: Sala das Assembleias Gerais, Edifício Sede, 3.º andar

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Obra do Hospital Central do Algarve pode atrasar-se com violação do limite de preço

O presidente da Câmara de Faro, Macário Correia, considerou hoje que o facto de as propostas para a construção do Hospital Central do Algarve violarem o limite definido pelo Estado pode atrasar a obra.

Em causa está o valor das propostas apresentadas em concurso público para a construção da estrutura, que violam em mais de 100 milhões de euros o limite de 260 milhões que foi determinado pelo Estado.

Os valores contidos nas duas propostas apresentadas (Teixeira Duarte, com 372 milhões, e Ferrovial, com 410 milhões) terão que baixar ou terá que ser lançado novo concurso, já que o Governo diz que não adjudicará a obra acima do comparador público.

O presidente da câmara de Faro considerou, em declarações à Lusa, que o processo poderá sofrer atrasos caso não haja um consenso entre as partes, o que pode obrigar ao lançamento de novo concurso público.

"Se não houver solução negocial, volta-se à estaca zero e tem que se lançar novo concurso, o que vai obviamente atrasar a obra", disse, classificando como "expressiva" a diferença entre o valor de referência e o contido nas duas propostas.

"Não estamos a falar de desvios de cinco ou dez por cento", afirmou, sublinhando que, percentualmente, os valores apresentados pelas construtoras representam, na melhor das hipóteses, mais de 30 por cento acima do valor de referência.

Segundo Macário Correia, ou o caderno de encargos está bem feito e os concorrentes estão a pedir demais ou não contempla "alguma realidade do mercado" e o que os concorrentes estão a pedir poderá ser aceitável.

"É preciso ver bem o caderno de encargos e o programa de concurso, ver os itens e compará-los um a um e ver os valores dos diferentes componentes para que se chegue a uma base de entendimento", declarou.

O líder da autarquia que faz a gestão repartida, com o município de Loulé, do Parque das Cidades, onde ficará instalado o futuro hospital, diz que se houvesse mais concorrentes, haveria mais possibilidades de comparar propostas.

"É uma obra com um valor excessivamente grande e muitas das empresas não têm gabarito para corresponder a uma obra dessa envergadura", disse, acrescentando que o universo de empresas seleccionáveis é pequeno.

O futuro Hospital Central do Algarve servirá uma população de cerca de 800 mil habitantes (o dobro da população algarvia), contando com a afluência sazonal de turistas.

A nova unidade deverá ter 524 camas para internamento e um bloco operatório com 10 salas, sendo que a área de consulta externa terá 66 gabinetes, onde se poderão realizar anualmente cerca de 220 mil consultas.

Fonte: Região Sul