sábado, 16 de janeiro de 2010

PS Algarve refere que obras do Hospital Central do Algarve serão adjudicadas no 3º trimestre de 2010

As obras de construção do Hospital Central do Algarve vão ser adjudicadas durante o terceiro trimestre deste ano, declarou hoje o presidente do PS Algarve e deputado eleito pelo círculo de Faro, Miguel Freitas, após uma reunião com o Secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar.

Miguel Freitas, que esteve reunido na tarde desta sexta-feira com o referido membro do Governo, a quem solicitou esclarecimentos sobre o concurso para a construção do Hospital Central, tendo-lhe sido transmitida a garantia de que o calendário previsto para a adjudicação da obra irá ser cumprido.

“Não existe qualquer motivo de alerta pois o processo decorre normalmente no quadro previsto para a concretização do projecto”, assegurou o deputado algarvio, sublinhando o “grande empenhamento do Governo na resolução de todas as questões inerentes ao processo”, tendo avançado já a análise do comparador público e das propostas apresentadas em concurso público.

“O Hospital Central constitui um importante investimento para o Algarve, devendo a sua concretização ser encarada com todo o rigor, mas também com o carácter de urgência que o mesmo representa em matéria da melhoria da qualidade dos serviços de saúde na região”, afirmou Miguel Freitas, frisando a sua plena confiança na experiência e seriedade das empresas que participaram no concurso público para a construção do Hospital Central.

O deputado do PS realça ainda a complexidade deste tipo de processos, cujos períodos de elaboração atingem geralmente os 30 meses até à fase de adjudicação.

O concurso referente ao Hospital Central do Algarve arrancou a 5 de Maio de 2008, tendo a avaliação das propostas sido iniciada a 7 de Janeiro deste ano.

Fonte: região Sul

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Farense sem a câmara “não tem viabilidade”

O presidente do Farense, António Barão, disse ontem, quinta-feira, aos sócios do clube, reunidos em assembleia geral, que o clube actualmente vive “com zero de receitas” e que, sem o apoio da câmara, que ainda deve os subsídios de 2009, “não tem viabilidade”.

“O clube está mal financeiramente, e cada vez pior. Projectámos receitas e donativos que nos permitiram gerir o clube até Novembro e ter tudo em dia mas, neste momento, temos zero de receitas!”, afirmou o dirigente, no final da reunião magna que serviu para aprovar as contas das épocas anteriores.

Só a câmara deve mais de 100 mil euros, relativos ao protocolo conjunto de 2009 (8900 euros mensais). “As verbas não foram pagas e, sem elas, os problemas crescem. Temos sensibilizado jogadores e funcionários mas, se o presidente da câmara não for solidário com o clube, maus tempos virão”, prognosticou Barão.

As críticas não se cingem à autarquia, são também dirigidas à população. “Não queremos enganar os sócios, mas sem a ajuda da autarquia e da população não temos viabilidade. Precisamos apenas de 25 mil euros mensais para gerir o clube e já nem donativos temos.”

De acordo com António Barão, os clubes e associações do concelho de Faro vão ter esta sexta-feira uma reunião com a câmara, às 19:00 horas. “Esperamos que tudo se resolva”, disse, aos cerca de quatro dezenas de sócios que compareceram à assembleia geral.

Quanto à questão dos terrenos e da possível venda para limpar o passivo (superior a nove milhões de euros), Barão anunciou que já pediu um encontro com Macário Correia para abordar o tema.

“Quero resguardar-me quanto a essa questão, que já se arrasta há muito. No passado havia terrenos e não havia compradores, agora há compradores e não há terrenos”, comentou.

Na reunião magna – que retomou ontem depois de ter sido interrompida a 22 de Dezembro –, os sócios aprovaram por unanimidade os relatórios e contas relativos às épocas de 2007/08 e 2008/09.

Fonte: Região Sul

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nova Escola em Faro

A Câmara Municipal de Faro aprovou, em reunião realizada ontem, dia 13 de Janeiro, o lançamento de um procedimento de ajuste directo com vista a executar a empreitada de construção da Escola EB1 da Lejana – Faro.

Esta operação, para a qual foi estabelecido como parâmetro base máximo o preço de 2.650.850,14 €, terá um prazo de execução de 365 dias e dotará este novo estabelecimento de ensino de 3 salas de ensino pré-escolar, 12 salas de 1º ciclo, refeitório, biblioteca, sala de professores e um conjunto de áreas multifuncionais que contribuirão para a acentuada melhoria do espaço educativo.

Por outro lado, esta medida contribuirá decisivamente para descongestionar as demais escolas do concelho, minimizando os casos de regime duplo ainda em vigor. Regimes estes que, como se sabe, se devem há sobrelotação que se verifica em escolas do 1.º ciclo inseridas, principalmente, em zonas urbanas mais populosas, o que dificulta a organização dos tempos lectivos em horário normal, não possibilitando, igualmente, a disponibilização de espaços escolares onde possam ser desenvolvidas as actividades de enriquecimento curricular, as quais permitem consolidar o objectivo estratégico de garantir a Escola a Tempo Inteiro.

A Câmara Municipal de Faro quer ter uma rede escolar moderna, bem equipada e que responda às exigências de alunos e famílias, assinalando o seu esforço de intervir no sentido da requalificação do parque escolar do concelho e da abolição do regime duplo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

"Edwarda"

edwarda
Teatro das Figuras
14 de Janeiro de 2010 às 21:30

Direcção e trabalho de sonoplastia João Patrício
Interpretação:
João Patrício – Georges Bataille
Maria Gil – Edwarda
Luis Desirat – Bateria
Luis Vicente – Trompete
Miguel Rocha – Autor da BD – “Edwarda”, edições Polvo 1999
Francisco Oliveira - Tradutor

Um homem, 'levado por uma liberdade estonteante', vive uma experiência sexualmente mística com uma prostituta chamada Eduarda. Um texto poderoso de Bataille despertou a visão dramática de Miguel Rocha, que propõe uma leitura plástica das deambulações do narrador. Os corpos são chamados à cena, numa nudez total atrás da qual brincam às escondidas com cada uma das questões do mundo. Uma abordagem nova e multidisciplinar que junta teatro, artes plásticas, vídeo e música.

PRODUÇÃO: TMF, E.M.
APOIO: Bedeteca de Lisboa

Fonte: TMF



Prolongamento da Assembleia Geral

Novo local: Sala das Assembleias Gerais, Edifício Sede, 3.º andar

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Obra do Hospital Central do Algarve pode atrasar-se com violação do limite de preço

O presidente da Câmara de Faro, Macário Correia, considerou hoje que o facto de as propostas para a construção do Hospital Central do Algarve violarem o limite definido pelo Estado pode atrasar a obra.

Em causa está o valor das propostas apresentadas em concurso público para a construção da estrutura, que violam em mais de 100 milhões de euros o limite de 260 milhões que foi determinado pelo Estado.

Os valores contidos nas duas propostas apresentadas (Teixeira Duarte, com 372 milhões, e Ferrovial, com 410 milhões) terão que baixar ou terá que ser lançado novo concurso, já que o Governo diz que não adjudicará a obra acima do comparador público.

O presidente da câmara de Faro considerou, em declarações à Lusa, que o processo poderá sofrer atrasos caso não haja um consenso entre as partes, o que pode obrigar ao lançamento de novo concurso público.

"Se não houver solução negocial, volta-se à estaca zero e tem que se lançar novo concurso, o que vai obviamente atrasar a obra", disse, classificando como "expressiva" a diferença entre o valor de referência e o contido nas duas propostas.

"Não estamos a falar de desvios de cinco ou dez por cento", afirmou, sublinhando que, percentualmente, os valores apresentados pelas construtoras representam, na melhor das hipóteses, mais de 30 por cento acima do valor de referência.

Segundo Macário Correia, ou o caderno de encargos está bem feito e os concorrentes estão a pedir demais ou não contempla "alguma realidade do mercado" e o que os concorrentes estão a pedir poderá ser aceitável.

"É preciso ver bem o caderno de encargos e o programa de concurso, ver os itens e compará-los um a um e ver os valores dos diferentes componentes para que se chegue a uma base de entendimento", declarou.

O líder da autarquia que faz a gestão repartida, com o município de Loulé, do Parque das Cidades, onde ficará instalado o futuro hospital, diz que se houvesse mais concorrentes, haveria mais possibilidades de comparar propostas.

"É uma obra com um valor excessivamente grande e muitas das empresas não têm gabarito para corresponder a uma obra dessa envergadura", disse, acrescentando que o universo de empresas seleccionáveis é pequeno.

O futuro Hospital Central do Algarve servirá uma população de cerca de 800 mil habitantes (o dobro da população algarvia), contando com a afluência sazonal de turistas.

A nova unidade deverá ter 524 camas para internamento e um bloco operatório com 10 salas, sendo que a área de consulta externa terá 66 gabinetes, onde se poderão realizar anualmente cerca de 220 mil consultas.

Fonte: Região Sul

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Seminário "A problemática do escaravelho das palmeiras no Algarve


A “Faro 1540” – Associação de Defesa e Promoção do Património
Ambiental e Cultural de Faro vai levar a efeito no próximo dia 22 de
Janeiro, no Auditório do IPJ em Faro, com o apoio da empresa AT&F –
Amaro Tavares e Filho, Lda., um Seminário de informação e formação
sobre a praga que neste momento está a dizimar as palmeiras no Algarve
e que apresenta um carácter devastador, provocada pelo escaravelho
Rhynchophorus ferrugineus.

Se não se efectuarem os tratamentos preventivos necessários, esta
praga pode levar à perda da grande maioria das palmeiras da espécie
“Phoenix canariensis“, que desde há muito constitui uma variedade
botânica ornamental emblemática da paisagem algarvia, como
recentemente aconteceu no Jardim Manuel Bívar (Faro) com a perda de
cinco palmeiras com mais de um século de existência.

Assim, de forma a elucidar técnicos da área e público em geral
pretendemos realizar um seminário com especialistas que vão explicar
no que consiste esta praga e qual as melhores metodologias para a
combater.

Esta acção informativa terá a duração de uma tarde, onde será entregue
certificado de participação a todos os presentes e será de entrada
livre. Para se inscreverem gratuitamente, os interessados deverão
enviar um e.mail para geral@faro1540.org indicando o(s) nome(s) do(s)
participante(s).

Mais informações em: www.faro1540.org

PS quer que autarquia de Faro esclareça alegada suspensão de financiamento a instituições

Os vereadores socialistas da Câmara de Faro querem que o líder do executivo (PSD) esclareça a alegada suspensão dos protocolos de transferências financeiras para as instituições de solidariedade social fundamentada numa auditoria do Tribunal de Contas.

Em declarações à Lusa, o vereador João Marques (PS) disse querer ter acesso à carta de suspensão alegadamente enviada às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho e contribuir para que se encontrem soluções para cumprir esses compromissos.

O vereador pretende questionar o presidente da Câmara, Macário Correia, na próxima reunião do executivo, agendada para quarta-feira, altura em que apresentará algumas propostas para garantir o financiamento das IPSS.

Segundo o socialista, existem “inúmeras soluções” para dar resposta às necessidades destas infra-estruturas, pelo que poderá evitar-se a suspensão dos protocolos de financiamento, o que “estrangularia” as instituições.

Como exemplo, João Marques refere o levantamento do património em condições de venda por hasta pública que estava a ser feito durante o mandato executivo socialista, medida que permitiria gerar receitas ao município.

O vereador afirma que a suspensão das transferências financeiras para as IPSS representa um “rude golpe” na qualidade do serviço público prestado por estas instituições e que a iniciativa é “precipitada”.

O socialista diz ainda não perceber por que razão Macário Correia invoca um relatório do Tribunal de Contas a que também teve acesso e onde diz não ter lido qualquer referência às IPSS do concelho de Faro.

“A referida auditoria horizontal do Tribunal de Contas a 30 municípios do País, embora ainda em fase de confidencialidade, não abordou em concreto os protocolos que agora unilateralmente se pretendem suspender”, dizem os socialistas em comunicado.

Instado pela agência Lusa a esclarecer a alegada suspensão de protocolos de financiamento àquelas instituições, Macário Correia disse não fazer comentários públicos sobre afirmações dos vereadores do PS.

Fonte: Região sul

domingo, 10 de janeiro de 2010

Cidade de Faro convidada para Rede das Cidades Romanas do Atlântico

Faro é uma das cidades que poderá integrar a Rede de Cidades Romanas do Atlântico a constituír no próximo dia 21, em Madrid, Espanha, e que abarcará parceiros de vários países.

A Rede de Cidades Romanas do Atlântico da qual os municípios portugueses de Coimbra e Lisboa são fundadores permitirá começar a dar a conhecer o mundo romano a partir de uma perspectiva muito inovadora, os assentamentos ao longo do Atlântico, contribuindo para um melhor posicionamento turístico das cidades, declarou à agência Lusa uma fonte da Câmara de Coimbra.

Será uma rede de municípios, que na sua área de influência mobilizará os parceiros que possam contribuir para dinamizar os recursos existentes, actividades culturais e criar produtos e acções turísticas diferenciadas.

A criação de uma imagem corporativa para promoção turística conjunta a partir da perspectiva da sua identidade romana, a colaboração e o intercâmbio de acções entre os gestores do património romano das cidades, o fomento da investigação histórica entre as cidades participantes e a realização de conferências, exposições, congressos e cursos são algumas das acções previstas.

No âmbito da rede serão sensibilizadas as populações locais para ajudar à valorização dos recursos turísticos romanos, estimuladas actividades que ampliem a oferta histórica, cultural e gastronómica de acordo com as particularidades de cada cidade, e potenciada a configuração de uma rede europeia de cidades romanas.

Recorde-se que estão localizadas no concelho de Faro as ruínas de Milreu, testemunho de uma importante “villa” rústica romana, habitada desde o séc.I da Era Cristã, com vestígios de ocupação contínua até ao séc. XI.

Localizada junto da actual aldeia de Estoi e a cerca de 8 km da cidade de Ossónoba (actual Faro), Milreu beneficiava das nascentes serranas então ali existentes, cuja água era conduzida por gravidade, satisfazendo as necessidades do quotidiano rural e também da forte vivência lúdica.

Um dos espólios das Ruínas de Milreu é o busto de Júlia Agripina (15-59 d.C.), esposa do Imperador Cláudio ( 41- 54 d.C.) e mãe do Imperador Nero (54 – 68 d.C.).

Fonte: Observatório do Algarve

sábado, 9 de janeiro de 2010

Jogos de futebol dos clubes do concelho

FUTEBOL

3ª Divisão Série F-
13ª Jornada (10-1-2010)
(3ª)Sporting Clube FarenseFarense 2-0 Fabril do BarreiroGrupo Desportivo Fabril do Barreiro(7ª) (Estádio de São Luís- 15h) Faro

1ª Divisão Distrital- 13ª Jornada (9-1-2010)
(5ª) Clube União CulatrenseCulatrense 5-0 ImortalImortal Desportivo Clube(12ª) (Complexo Desportivo da Penha- 15h) Faro

2ª Divisão Distrital- 13ª Jornada (9-1-2010)
(3ª)Associação Cultural e Recreativa Alvorense 1º DezembroAlvorense 1-0 Faro e BenficaSport Faro e Benfica(4ª) (Estádio da Restinga- 15h) Alvor
(7ª)Juventude Desportiva MonchiquenseMonchiquense 4-3 11 Esperançashttp://www.afalgarve.pt/clubes_bd/contacts/Logo_11Esperancas.jpg(5ª) (Parque Desportivo JD Monchiquense- 15h) Monchique